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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

dicas para controle da hipertensão arterial sistêmica.

1. Manutenção do peso ideal- o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais o que leva a uma hipertrofia do músculo cardíaco.
2. Prática de atividade física atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.
3. Redução de sal - o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso,  diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva além de diminuir os temperos com sal da nossa comida.
4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle.
5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência às carnes magras.

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí tomando medicação sem a prescrição médica.
7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde e poder levar a problemas respiratórios, sexuais e até mesmo a câncer.
8. stress: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração.
9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.
10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.




vc sabe que a varíola bovina também pode afetar o ser humano?

A varíola bovina é uma zoonose causada pela proliferação do vírus do gênero ortopoxvírus.Nos últimos anos, casos de doença pústulo-vesicular ocorreram em diversas propriedades  leiteiras no Rio de  Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, acometendo o gado bovino leiteiro e humanos, principalmente ordenhadores e seus familiares.
Os pacientes acometidos pela variola apresentam em comum história de terem feito ordenha manual e de não usarem medidas de proteção sendo que tiveram contato direto com as tetas e úberes de vacas que apresentavam lesões ulceradas



Todos apresentavam lesões vésico-bolhosas que evoluíram para crostas com infecção secundária, inicialmente nas mãos e antebraços.



 Os pacientes apresentavam queda no estado geral, febre alta de aproximadamente 39 graus, sinais de desidratação, anorexia, mialgia, artralgia e adenomegalia axilar, com gânglios dolorosos à palpação(inguas).
A mão dos ordenhadores e os equipamentos de ordenha constituem as principais formas de transmissão da poxvirose entre os bovinos, com penetração do vírus nas soluções de continuidade da pele e mucosa dos
animais, principalmente na região das tetas e úbere.




A doença caracteriza-se por lesões papulares que evoluem para vesículas, pústulas e crostas. Em humanos, pode ocorrer reação sistêmica, tendo o paciente como principais sintomas: náusea, febre e linfoadenopatia. Tanto nos animais como no homem,  não seobserva
casos reincidentes.
O diagnóstico conclusivo da varíola bovina é sempre laboratorial, não sendo possível estabelecê-lo com base no tipo de lesão, nos sinais clínicos e espécies envolvidas. Essas informações são apenas sugestivas, embora bastante indicativas da doença.

hantavirose

Hantavírus tem um tempo de incubação de 2 a 4 semanas em seres humanos, antes de ocorrer sintomas de infecção. Estes sintomas podem ser divididos em cinco fases:
  • Fase febril: Os sintomas incluem febre, calafrios, mal-estar, dores de cabeça, náuseas, dor abdominal e dor nas costas, problemas respiratórios, tais como os causados pelo vírus da gripe comum, assim como problemas gastro-intestinais. Estes sintomas normalmente ocorrem de três a sete dias.
  • Fase hipotensora: Isso ocorre quando os níveis de plaquetas sanguíneas estão em queda e os sintomas podem levar à hipoxemia e taquicardia. Esta fase pode durar 2 dias.
  • Fase oligúrica: Esta fase tem a duração de três a sete dias e é caracterizada pelo aparecimento de insuficiência renal e proteinúria.
  • Fase diuréica: Esta é caracterizada por diurese de 3 a 6 litros por dia, que podem durar vários dias e até semanas.